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Cirurgia da Obesidade

A cirurgia bariátrica e metabólica, também conhecida como cirurgia da obesidade, ou, popularmente, redução de estômago, reúne técnicas com respaldo científico, destinadas ao tratamento da obesidade mórbida e ou obesidade grave e das doenças associadas ao excesso de gordura corporal ou agravadas por ele.

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O conceito de cirurgia metabólica foi incorporado há cerca de dez (10) anos pela importância de estudos científicos demonstrando que os órgãos envolvidos na cirurgia produziam substancias hormonais e que a cirurgia na verdade alterava esse equilíbrio hormonal inicial de uma maneira benéfica ao paciente obeso, seja na perda de peso, seja no controle e até na cura de doencas endocrinológicas, como o diabetes, hipercolesterolemia, hiperuricemia e até na hipertensão, parte da síndrome plurimetabolica.

Tipos de cirurgia

A duas operações mais realizadas pelo nosso grupo são a gastroplastia redutora (também chamada de bypass gástrico ou Fobi-Capella) e a gastrectomia vertical (sleeve ).

Outras técnicas menos utilizadas são a banda gástrica e as derivações bileopancreáticas (Duodenal Switch, Scopinaro).

Estas operações são realizadas pela técnica de vídeo laparoscopia, como podem ser vistas nos vídeos.

Gastroplastia redutora (bypass gástrico)

Estudado desde a década de 60, o bypass gástrico é a técnica bariátrica mais praticada no Brasil, correspondendo a 70% das cirurgias realizadas, devido a sua segurança e, principalmente, sua eficácia. O paciente submetido à cirurgia perde de 40% a 45% do peso inicial

Gastrectomia vertical (Sleeve)

A gastrectomia vertical (gastrectomia em manga, gastrectomia tubular ou gastrectomia sleeve) é um dos novos procedimentos bariátricos que tem recebido aceitação global, com bons resultados em múltiplos Centros Médicos em vários países. Nesse procedimento, o estômago é transformado em um tubo, com capacidade de 80 mililitros a 100 mililitros. Funciona como uma restrição gástrica, com remoção de 70% a 80% do estômago, diminuindo a produção de uma substância chamada grelina (hormônio da fome). Deve ser realizada por equipes bem treinadas e suporte multidisciplinar adequado.



Cirurgia Videolaparoscópica

Minimamente invasiva e aplicável para todas as técnicas cirúrgicas, a videolaparoscopia representa uma das maiores evoluções tecnológicas da medicina. No tratamento da obesidade, as cirurgias do gênero se diferenciam da convencional, aberta (laparotomia), em função do acesso utilizado. Na cirurgia aberta, é feito um corte de 10 a 20 centímetros no abdômen do paciente, enquanto na videolaparoscopia são feitas de quatro a sete mini-incisões de 0,5 a 1,2 centímetros cada uma, por onde passam as 15cânulas e a câmera de vídeo.Das quase 60 mil cirurgias bariátricas realizadas em 2010 no Brasil, 35% foram feitas por videolaparoscopia. A taxa de mortalidade média é de 0,23% – abaixo do índice de 1% estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) –, contra 0,8% a 1% da cirurgia aberta(laparotomia).

Em algumas situações, o cirurgião precisa converter a videolaparoscopia em cirurgia aberta. Essa decisão é baseada em critérios de segurança e só pode ser tomada durante o ato operatório.

Os principais benefícios da cirurgia laparoscópica são:

  • Menor tempo de cirurgia – a cirurgia bariátrica por videolaparoscopia dura, em média, pouco tempo, algo entre 40 a 90 minutos.
  • Menos invasiva – o cirurgião realiza de quatro a sete pequenas incisões de 0,5 a 1,2 centímetros. É necessário insuflar a cavidade abdominal com gás carbônico, a fim de criar espaço suficiente para que o cirurgião possa trabalhar com o auxílio de uma videocâmera, cânulas, sonda, bisturi elétrico, grampeadores especiais e outros instrumentos de acesso.
  • Menos tempo de recuperação – no pós-operatório, os benefícios são maiores: dor mínima por um dia ou quase inexistente (medida principalmente pela quantidade de analgésicos consumida pelo paciente), alta hospitalar precoce (48 horas) e retorno mais rápido às atividades laborais (7 a 10 dias). Na cirurgia aberta, o paciente fica internado por três dias e leva de 30 a 50 dias para voltar à rotina.
  • Menores riscos – a videolaparoscopia ainda oferece menor risco de infecções. Também, após o primeiro ano de cirurgia, a incidência de hérnia nas miniincisões ocorre em apenas 2% a 3% dos pacientes. Na cirurgia aberta, cerca de 30% desenvolvem hérnia no corte (incisional).

Somos certificados internacionalmente como Centro de Excelência em Cirurgia Metabólica e Bariátrica.  O COEMBS (Center of Excellence in Metabolic and Bariatric Surgery) é um programa global de melhoria de qualidade e segurança de pacientes disponível pra todos os cirurgiões e instalações bariátricas ao redor do mundo.

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